Quem precisa de Heróis?

Sejamos francos. Todos nós temos uma relação com a fantasia do Herói.

Os heróis são espelhos, modelos, refúgios, consolos, a ultima linha de esperança quando não tem mais nada a ser feito.

Temos inúmeros heróis em todos os sentidos. Nossa infância, independente de como ela foi, tivemos um herói que pode ter sido alguém, uma fantasia ou até imaginário.

Muito comum em crianças reprimidas, com pouco relacionamento social, mas também em crianças super ativas, com energia de sobra e potencial para destruir o apartamento.

Perfeitamente natural as fantasias, tanto de maninos e meninas, que tem suas preferencias e adotam os heróis, heroínas, princesas, personagens e tudo mais que possa espelhar como modelos.



Não deveríamos ter pessoas reais como heróis.


Pessoas normais, independente de sua função ou representação, não devem ser colocadas como heróis.

Todos são suscetíveis a sentimentos comuns.

Somos recheados de sentimentos que podem derramar de um lado ou de outro, e ainda podemos absorver outros.

Com o passar do tempo passamos por mudanças de comportamento, de valores, de atitudes. Alguns causados por traumas ou stress, ou mesmo pelo amadurecimento puro e simples.


Os Americanos entenderam isso a muitos anos, quando começaram a depositar os estímulos da nação os Heróis fictícios. Um dos primeiros que perduram até hoje é o Alienígena Clark Kent lançado em 1938. Apesar de não ser um de nós, é uma figura modelo para todos, com integridade, dignidade, respeito pelos valores morais e da família. Um exemplo tanto na luta contra o crime, como na conduta social.



Para a segunda guerra mundial criaram um herói que serviria tanto para o povo em geral, acreditar que os EUA estava certo em entrar na guerra, como para as tropas que tinha um soldado modelo. Foi criado Steve Rogers, ou Capitão América.


Para a guerra fria a partir da segunda guerra um novo herói com conhecimento em armas fantásticas, já que a corrida nuclear tinha começado, além da conquista do espaço, e super máquinas que levantavam o orgulho americano. Ninguém melhor que Tony Stark, ou o Homem de Ferro em 1963 para levantar o moral de toda nação.


Três exemplos para entender que heróis de fantasia são mais eficientes que pessoas reais. No universo da fantasia o herói não até pode ter suas fraquezas, mas nada disso afeta a sua integridade e os grandes feitos, como salvar o mundo da invasão de alienígenas que querem destruir a terra.


Um governante pode ser um herói para um povo, que ao saber que não passa de um corrupto, tem uma dificuldade muito grande em aceitar. Difícil ver seu herói ser tratado como um bandido qualquer.

O melhor negócio e não se iludir que as pessoas são perfeitas. Todo mundo erra, faz besteira, sede a tentação. Normal do Ser humano. É para isto que ninguém é onipotente a frente de um governo, e mesmo se for, existem meios de impedi-lo.

Muitos profissionais tem seus momentos heroicos, mas depositar em pessoas comuns a figura de herói é um caminho para frustração.

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